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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Uso de madeiras premium é a nova tendência na Arquitetura

01:46 Posted by Rachel Fernandez No comments




O uso de madeira é uma tradição entre arquitetos e designers de interiores, uma vez que sua neutralidade estética favorece a combinação de cores e facilita a composição harmônica com outros materiais. A dificuldade na aquisição de madeira legalizada, entretanto, fez com que tal escolha se tornasse cada vez menos comum, resultando no extenso uso da alvenaria na maioria das construções. Nesse contexto, a prática do reflorestamento de espécies exóticas surge como uma alternativa ao cultivo de madeiras mais tradicionais, como o mogno ou o cedro brasileiro.

O cultivo dessas espécies surge a partir do Cedro Indiano e Australiano, realizado em fazendas no interior do Estado de São Paulo. “Nosso objetivo é produzir uma madeira nobre, que possa competir no mercado de madeiras reflorestadas. Encontramos no cedro australiano e indiano a promessa de um talento, de uma matéria-prima nobre”, explica Francisco Callejas, proprietário da Fazenda Vale do Cedro – uma das maiores produtoras nacionais da espécie.

A madeira da Fazenda Vale do Cedro já foi aplicada eficientemente em diversos projetos arquitetônicos – como é o caso dos trabalhos realizados pelos arquitetos do restaurante Maialini, em Campinas (SP): “O Cedro usado no Maialini é muito versátil. A madeira pode ser usada na sua forma natural ou termo-tratada - diferentes tratamentos para diferentes fins: Nos tampos das mesas, no acabamento do bar e nos booths foram aplicados dois tipos de verniz, criando dois resultados diferentes, ditando o estilo clean da arquitetura. O mesmo cedro é usado como estrutura no pergolado da frente da restaurante, acabado somente com impermeabilizante, técnica utilizada também nos bancos e no balcão externo, que são mais rústicos”. Explica Tomás Caprini, do escritório H6 Arquitetura, responsáveis pelo projeto do restaurante. 

Além disso, a predileção por tais espécies se dá por suas características compositivas – sendo mais resistentes e mais leves que os tipos tradicionais, além de apresentar preço bastante competitivo no mercado. “É como unir práticas ecologicas à economia e à qualidade!”, completa Callejas.

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